Lei Complementar Nª 01, de 02 de outubro de 2009
outubro 2, 2009
Lei Complementar Nª 01, de 02 de outubro de 2009
A equipe do HistoriasGP,
Faz saber que o Poder Legislativo decreta e a equipe sanciona o seguinte resultado da eleição do ser mais sem noção da mesa:
Estevam 7 Votos
Danilo 4 Votos
Dimmy Karson 1 Voto (Vlws Cláudio, tem volta hein!)
Nulo 1 Voto
Esta resultado é válido a partida da data de sua publicação.
Revoga todas as disposições contrárias.
Capitulo IV – Reação de Jeitosinha ?
agosto 13, 2009
O mundo desabou diante dos olhos de Jeitosinha. Tudo o que ela pensava ser, todos os seus sonhos de menina e a possibilidade de um orgasmo múltiplo clitoriano eram subitamente arrancados para sempre de sua vida!
E o que ela diria a Bruno, seu amado, um rapaz de boa índole que trabalhava como caixa no Banco do Brasil?
- Nunca vou te perdoar! Porque, mamãe? Porque você fez isso comigo? – A revolta saltava de seus olhos cor de esmeralda, como ondas de fogo.
- Calma, querida! Ainda posso desfazer meu erro! A gente conta tudo para o seu pai, eu compro pra você umas cuecas, você corta este cabelo, aprende a cuspir e coçar o saco… Enfim, você recomeça sua vida!
- Mas você não entende, mãe? Eu me sinto uma mulher!!!
(Tá vendo como tudo tem um lado positivo? Você é um traveco e sua mamãe aceita!)
As justificativas de Marilena não estavam ajudando muito.
Desesperada Jeitosinha saiu de casa e vagou, vagou durante horas pelas ruas da cidade. Acabou concluindo que o melhor era procurar Bruno e dividir com ele sua angustia.
“Se ele realmente me ama, vai me aceitar como eu sou”, pensou. O rapaz se surpreendeu ao abrir a porta e encontrar sua amada. Pela rigidez moral de sua criação, Jeitosinha jamais iria até o apartamento de um rapaz solteiro.
- Você aqui, querida?
A moça entrou muda e sentou-se no sofá. Bruno toca seu rosto. – Você está estranha… É porque não te liguei? Desculpe, mas perdi meu telefone celular!
- Não é isso, Bruno… – Sussurra Jeitosinha.
Encarando o amado fixamente ela pede, com a voz trêmula:
- Me beija! Me beija como se fosse nosso último beijo de amor!
Ondas de calor percorrem os corpos dos dois. Bruno começa a explorar o corpo da amada com as mãos, numa liberdade que nunca experimentara antes.
- Tenho algo importante a lhe dizer Bruno… – Diz a bela loira, no exato momento em que os dedos do rapaz percebem um inesperado volume entre as pernas de Jeitosinha.
- Já sei, amor… – responde Bruno, abrindo um sorriso.
- Já sabe? – Surpreende-se a moça. Bruno aperta levemente o pênis da loira.
- Claro, querida! Estou sentindo. Você achou o meu celular!
Bruno aceitará Jeitosinha?
Confira no próximo e emocionante capitulo!
Capitulo III – Jeitosinha Mas Vagabunda – Trágica revelação
agosto 11, 2009
Só a voz de taquara rachada e a sandália numero 41 davam indícios do segredo que envolvia a natureza de Jeitosinha. Mas o que todos viam era uma loira de1,70 m, cabelos sedosos até a cintura, cativantes olhos verdes, cintura fina, coxas grossas e bem torneadas, seios pequenos e um bumbum perfeito. “Como ela consegue não ter nenhuma celulite? Parece bunda de homem!”, alfinetavam as amigas.
Era sobre a beleza e feminilidade da filha que Marilena pensava, quando a chamou para uma conversa definitiva.
- Querida, tenho algo muito importante a lhe revelar.
- O que foi, mamãe? – perguntou Jeitosinha, apreensiva, lendo a angustia nos olhos da pobre senhora.
Marilena respirou fundo e foi diretamente ao ponto central do problema, como se tentasse extirpar com um único golpe o câncer moral que atormentava sua existencia:
- Você não e uma mulher.
- Claro que não mamãe!
- V-voce já sabia, Jeitosinha? – Surpreendeu-se Marilena.
- Claro. Tenho minhas amigas na escola. Embora você nunca tenha me falado sobre essas coisas, eu sei que não sou mulher.
Marilena respirou aliviada.
- Então você já sabia que…
- Sim, mamãe. Eu ainda sou uma donzela.
Por um instante Marilena deixou-se abater pelo desanimo. Pensou em sumir, dar cabo da própria vida, qualquer coisa que a livrasse da enorme decepção que teria que causar a filha. Mas Jeitosinha era uma garota doce e compreensiva. E mesmo sendo loira, devia ter – mesmo que instintivamente – a percepção de que não era uma moca como as outras.
- Querida… – Perguntou Marilena – você nunca notou nada de estranho no seu corpo?
- Bem, mamãe… – respondeu Jeitosinha, encabulada – eu nunca entendi muito bem porque eu sinto uma dor horrível entre as pernas quando uso uma calcinha apertada ou tomo uma bolada no Vôlei…
- O que mais, minha filha?
- Hmmm… Nas aulas de Educação Sexual eu tenho uma certa dificuldade em entender por onde e que os homens depositam na gente as tais sementinhas…
Era a oportunidade que Marilena esperava para contar a menina toda a verdade.
Como Jeitosinha reagira a constatação de que é espada?
Confira no próximo e emocionante capítulo!